MP aponta controle de facções criminosas e risco ambiental no entorno de presídio em João Pessoa Walter Paparazzo/G1 O Ministério Público da Paraíba (MPPB) apontou controle de facções criminosas, ocupações irregulares e riscos ambientais na área do entorno do Complexo Penitenciário Romeu Gonçalves de Abrantes, o PB1 e PB2, em João Pessoa. Uma audiência extrajudicial do MP com outros órgãos aconteceu na segunda-feira (6) e medidas foram divulgadas nesta terça-feira (7). ? Clique aqui para seguir o canal do g1 PB no WhatsApp De acordo com o MP, o entorno do presídio passa por desmatamento contínuo da Mata Atlântica, construções de barracos e de alvenaria com instalação de rede elétrica. O órgão também aponta o descarte recorrente de resíduos no local. Outro problema apontado pelo órgão é o descrito como indícios de controle por facções criminosas da área, com relatos sobre o uso de drones para a introdução de ilícitos e ameaças de resgates violentos. Também foi relatado colapsos frequentes em serviços do próprio complexo prisional em decorrência da situação do entorno, como a falta de água e energia, além de enfrentar táticas criminosas, como o uso de lixo para a criação de barricadas e a instalação de sistemas de monitoramento reverso para vigiar a atuação policial.
MP aponta controle de facções criminosas e risco ambiental no entorno de presídio em João Pessoa
MP aponta controle de facções criminosas e risco ambiental no entorno de presídio em João Pessoa Walter Paparazzo/G1 O Ministério Público da Paraíba (MPPB) apontou controle de facções criminosas, ocupações irregulares e...
Medidas adotadas Na audiência extrajudicial, uma série de medidas foram acordadas entre os diferentes órgãos participantes. Entre elas estão o cercamento da área, a instalação de sinalização de proteção ambiental e a implementação de medidas de educação ambiental para inibir o descarte de resíduos e novas invasões. Além disso, há também a definição de que o Ministério Público vai expedir uma recomendação ao governo estadual e também para a Procuradoria-Geral da Paraíba. Antes disso, no entanto, vai haver um mapeamento social do entorno do presídio, que ficará sob a responsabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Humano do estado. Também foi fixado o prazo de 30 dias para que os órgãos envolvidos apresentem relatórios detalhados sobre as medidas que forem adotadas. Vídeos mais assistidos do g1 Paraíba