Juntei-me a Marilyn Monroe, Walter White, Ozzy Osbourne e outros artistas de tributo num cruzeiro onde a imitação é a sua própria forma de arte
‘Posso sentir Sinatra entrando em meu corpo e saindo de meus pulmões’: a bordo do cruzeiro dos imitadores de celebridades
Juntei-me a Marilyn Monroe, Walter White, Ozzy Osbourne e outros artistas de tributo num cruzeiro onde a imitação é a sua própria forma de arte INT. CONVÉS 7, LE CABARET ROUGE, 23h37 Frank Sinatra, segurando uma lata de...
INT. CONVÉS 7, LE CABARET ROUGE, 23h37
Frank Sinatra, segurando uma lata de Sprite em uma das mãos e o punho de sua linda esposa ruiva na outra, estava sentado em um canto escuro em frente a Jeff Bezos, que parecia estar esperando que ele dissesse alguma coisa. Mas Sinatra não disse nada. Ele passou a noite quase todo quieto, e agora naquele cabaré ele parecia ainda mais distante, olhando além da neblina, do estroboscópio e da forte careca de Bezos e para a grande sala onde pelo menos meia dúzia de homens basicamente quebraram uma mesa de bistrô tentando ver melhor Marilyn Monroe. A esposa de Sinatra sabia, assim como Roy Orbison e Austin Powers, que estavam por perto, que faltavam apenas alguns minutos para ele subir ao palco e que forçá-lo a qualquer tipo de conversa nesse estado de concentração seria extremamente estúpido.
Esta notícia foi publicada originalmente por The Guardian. Consulte a publicação original para mais detalhes.
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