Trump durante entrevista à imprensa no Salão Oval da Casa Branca nesta segunda-feira (6). Reuters/Evan Vucci O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (8) que pedirá à Suprema Corte americana que reconsidere o caso que contesta sua ordem executiva para restringir o direito à cidadania por nascimento, em uma tentativa considerada improvável de reverter a rejeição a uma de suas principais políticas. LEIA TAMBÉM: Em derrota para Trump, Suprema Corte dos EUA mantém direito à cidadania por nascimento No mês passado, a Suprema Corte rejeitou a tentativa de Trump de limitar a cidadania por nascimento nos Estados Unidos, decidindo que sua medida violava a redação da 14ª Emenda da Constituição americana, que garante a cidadania às pessoas nascidas no país e "sujeitas à sua jurisdição". A Suprema Corte dos EUA raramente aceita pedidos de reanálise de casos e não concede esse tipo de solicitação, após já ter emitido uma decisão em um processo julgado, há várias décadas.
Trump chama de 'erro judiciário' análise da Suprema Corte dos EUA sobre cidadania por nascimento e diz que vai pedir nova avaliação
Trump durante entrevista à imprensa no Salão Oval da Casa Branca nesta segunda-feira (6). Reuters/Evan Vucci O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (8) que pedirá à Suprema Corte...
O presidente republicano classificou a decisão, redigida pelo presidente da Corte, o conservador John Roberts, como um "erro judiciário". "A CIDADANIA AMERICANA NÃO ESTÁ À VENDA! Na verdade, isso é um crime e, portanto, a decisão da Suprema Corte está errada", escreveu Trump em sua rede social, Truth Social. "Vou pedir IMEDIATAMENTE que a Suprema Corte dos Estados Unidos reconsidere o caso." Trump, que tem testado repetidamente os limites do poder presidencial nas políticas interna e externa, assinou no ano passado uma ordem executiva para acabar com o direito à cidadania por nascimento no primeiro dia de seu retorno à Casa Branca. A medida fazia parte de um conjunto de políticas voltadas ao endurecimento das ações contra a imigração legal e ilegal.
Esta notícia foi publicada originalmente por G1 Mundo. Consulte a publicação original para mais detalhes.
Abrir publicação original