Prefeito disse no veto que a decisão é contrária ao interesse coletivo Aperibé Urgente O prefeito de Aperibé, no Noroeste Fluminense, Ronald de Cássio Daibes Moreira, vetou integralmente o Projeto de Lei nº 23/2026, que previa a concessão de auxílio-alimentação no valor de R$ 1 mil por mês aos vereadores do município. Com o veto do prefeito o texto volta para a Câmara onde será analisado pelos vereadores em plenário, que terão a responsabilidade de decidir se mantêm a decisão do Executivo ou se derrubam o veto. A Câmara de Aperibé é composta por nove vereadores. Se o projeto entrar em vigor, a despesa com o novo benefício será de R$ 9 mil por mês, o que representa um gasto de R$ 108 mil por ano com recursos públicos. ? Siga o canal do g1 Norte Fluminense no WhatsApp.
Prefeito de Aperibé veta proposta de auxílio-alimentação de R$1 mil para vereadores
Prefeito disse no veto que a decisão é contrária ao interesse coletivo Aperibé Urgente O prefeito de Aperibé, no Noroeste Fluminense, Ronald de Cássio Daibes Moreira, vetou integralmente o Projeto de Lei nº 23/2026, que...
Entenda a notícia rapidamente
A Câmara de Aperibé é composta por nove vereadores. Se o projeto entrar em vigor, a despesa com o novo benefício será de R$ 9 mil por mês, o que representa um gasto de R$ 108 mil por ano com recursos públicos.
Pontos principais
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- No documento encaminhado à Câmara, o prefeito argumenta que a utilização de verba do Legislativo para despesas de consumo individual dos vereadores reduz a capacidade da própria Câmara de...
Contexto da publicação
Esta matéria faz parte da cobertura de Estados. A publicação está associada à região Norte Fluminense. A fonte identificada para a apuração original é G1. Publicada em 21 de agosto de 2026 às 10:18.
Resumo editorial preparado pelo 365 Breaking News a partir das informações atribuídas nesta página a G1.
No documento encaminhado à Câmara, o prefeito argumenta que a utilização de verba do Legislativo para despesas de consumo individual dos vereadores reduz a capacidade da própria Câmara de realizar investimentos estruturais ou de devolver eventuais sobras financeiras aos cofres municipais. Na conclusão do veto, Ronald de Cássio afirma que levou em consideração o que classificou como “manifesto clamor público” e “evidente contrariedade ao interesse coletivo” para decidir pelo veto integral ao projeto. A proposta havia sido aprovada pela Câmara Municipal por 7 votos a 2. Votaram contra o projeto o presidente da Câmara, Pedro Paulo, e o vereador Vinícius Curty.
Esta atualização editorial se baseia em informações publicadas por G1. O link da fonte é mantido para transparência e verificação.
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