Nesta quinta-feira (3), um terremoto de magnitude 5 atingiu o Tibete, segundo o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ). O tremor ocorreu a uma profundidade de 10 quilômetros.
Terremoto de magnitude 5 atinge o Tibete, diz centro de pesquisa
Nesta quinta-feira (3), um terremoto de magnitude 5 atingiu o Tibete, segundo o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ). O tremor ocorreu a uma profundidade de 10 quilômetros. As autoridades locais e os centros...
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Nesta quinta-feira (3), um terremoto de magnitude 5 atingiu o Tibete, segundo o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ). O tremor ocorreu a uma profundidade de 10 quilômetros. As autoridades locais e os centros de monitoramento não reportaram vítimas ou danos significativos, mas a situação permanece sob observação. A ocorrência de um terremoto dessa...
Pontos principais
- Nesta quinta-feira (3), um terremoto de magnitude 5 atingiu o Tibete, segundo o Centro Alemão de Pesquisa em Geociências (GFZ).
- O tremor ocorreu a uma profundidade de 10 quilômetros.
- As autoridades locais e os centros de monitoramento não reportaram vítimas ou danos significativos, mas a situação permanece sob observação.
Contexto
Esta matéria faz parte da cobertura de Mundo. A fonte original identificada na página é Noticias ao Minuto. Data da publicação: 3 de setembro de 2026 às 05:50.
O que acompanhar
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Leitura editorial organizada a partir das informações contidas nesta matéria e da fonte identificada.
As autoridades locais e os centros de monitoramento não reportaram vítimas ou danos significativos, mas a situação permanece sob observação.
A ocorrência de um terremoto dessa magnitude em uma área montanhosa como o Tibete, com profundidade relativamente rasa do epicentro, pode fazer com que os tremores sejam sentidos de forma mais intensa na superfície, mesmo que a magnitude não seja considerada extremamente alta.
Cheias no Nepal e China já deixaram 1.225 mortos e 4.757 desaparecidos
O Tibete e algumas localidades do Nepal foram atingidos por terremotos, seguidos de avalanche na última semana, deixando cidades inteiras destruídas.
Pelo menos 1.225 pessoas morreram e 4.757 continuam desaparecidas no Nepal e na China, uma semana depois da devastadora inundação que arrasou a fronteira entre os dois países, segundo os balanços oficiais hoje atualizados.
As cheias repentinas de 26 de agosto, descritas pelos observadores locais como as piores de que há memória, fizeram o nível da água do rio subir entre 15 e 18 metros acima do normal, destruindo povoações ao longo de um troço de 72 quilómetros do rio Trishuli.
Destruiu também o posto fronteiriço de Rasuwagadhi-Kerung, na fronteira entre o Nepal e a China, uma rota essencial para o comércio bilateral, e afetou dezenas de povoações.
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