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Dólar abre em queda com foco em dados dos EUA e votações no Congresso

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu em queda nesta quinta-feira (3). Por volta das 9h20, a moeda americana era negociada a R$ 5,0820, com recuo de 0,52%. O Ibovespa, principal índice da Bolsa...

Dólar abre em queda com foco em dados dos EUA e votações no Congresso
Imagem fornecida pela publicação original: G1
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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu em queda nesta quinta-feira (3). Por volta das 9h20, a moeda americana era negociada a R$ 5,0820, com recuo de 0,52%. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, inicia as negociações às 10h. ?? Investidores acompanham novos dados da economia americana e falas de dirigentes do Federal...

Pontos principais

  • Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu em queda nesta quinta-feira (3).
  • Por volta das 9h20, a moeda americana era negociada a R$ 5,0820, com recuo de 0,52%.
  • O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, inicia as negociações às 10h.

Contexto

Esta matéria faz parte da cobertura de Economia. A fonte original identificada na página é G1. Data da publicação: 3 de setembro de 2026 às 08:00.

O que acompanhar

Os próximos desdobramentos relevantes são os ligados aos fatos e consequências descritos acima; esta página pode ser atualizada caso a informação de origem mude.

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Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair O dólar abriu em queda nesta quinta-feira (3). Por volta das 9h20, a moeda americana era negociada a R$ 5,0820, com recuo de 0,52%. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, inicia as negociações às 10h. ?? Investidores acompanham novos dados da economia americana e falas de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). As informações ajudam a medir o ritmo da atividade econômica e podem influenciar decisões sobre juros, com reflexos em mercados ao redor do mundo. ?? Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 ??Às 9h30 (horário de Brasília), os EUA divulgam a balança comercial de julho, que mostra a diferença entre exportações e importações. A expectativa é de aumento do déficit comercial, indicando que o país comprou mais do exterior do que vendeu. Também às 9h30, saem os dados semanais de pedidos de seguro-desemprego. ?? Senado e Câmara analisam nesta quinta-feira a medida provisória que acaba com o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, encerrando a chamada "taxa das blusinhas". Os parlamentares também discutem propostas sobre motofrete e mototáxi, mudanças no INSS, adicional de fronteira e seguro rural. Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado. ?Dólar

a Acumulado da semana: -1,68%; Acumulado do mês: -1,37%; Acumulado do ano: -6,93%. ?Ibovespa

Acumulado da semana: +5,43%; Acumulado do mês: +4,39%; Acumulado do ano: +14,94%. Disputa eleitoral mais acirrada influencia mercados A nova pesquisa Quaest para a eleição presidencial de 2026 mostra Lula (PT) na liderança da corrida ao Palácio do Planalto, com 37% das intenções de voto no primeiro turno. Flávio Bolsonaro (PL) aparece em segundo lugar, com 29%, seguido por Augusto Cury (Avante), que soma 10%. Renan Santos (Missão) tem 3%, enquanto Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram 1% cada. Nas simulações de segundo turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem em empate técnico, com 42% e 41%, respectivamente. Contra os demais adversários testados, Lula também lidera: vence Ronaldo Caiado (42% a 37%), Augusto Cury (40% a 34%), Renan Santos (43% a 36%) e Romeu Zema (44% a 33%). Na avaliação de Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil, o cenário mais equilibrado entre Lula e Flávio Bolsonaro ajuda a explicar por que a pesquisa teve impacto sobre os mercados. ? A leitura é que uma disputa mais acirrada aumenta a possibilidade de vitória para os dois lados, levando investidores a ajustar suas posições de acordo com suas expectativas para a eleição. Segundo Praça, a bolsa vinha sofrendo com as incertezas relacionadas à eleição, mas o ambiente mudou com a divulgação da nova pesquisa. Em sua avaliação, até notícias que poderiam pressionar o mercado foram absorvidas de forma positiva nesta quarta-feira. “O que era fraqueza tem sido força: mesmo com os escândalos e vazamentos que tivemos ontem em relação ao Banco Master, isso tem soado até positivo. E as pesquisas eleitorais mostraram mais uma vez um páreo duro para o segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro.” Para Praça, o resultado da pesquisa ajudou a criar um cenário em que investidores com expectativas diferentes sobre a eleição podem se posicionar no mercado. É o que ele chama de “trade eleitoral”: movimentos de compra e venda de ativos baseados nas apostas sobre o resultado da disputa. “Isso animou os mercados. Afinal, quando há esperança para os dois lados, acaba agradando ambos: os dois têm esperança de vitória. Então, ambos acabam se posicionando, montando o seu trade eleitoral, digamos assim.” Quaest, 1º turno: Lula, 37%; Flávio Bolsonaro, 29%; Cury, 10%; Renan, 3%; Caiado, 1%; Zema, 1% Senado começa a analisar PEC que acaba com a escala 6x1 A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado analisa nesta quarta-feira a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução de salário, e garante dois dias de descanso por semana, sendo um deles, preferencialmente, aos domingos. A mudança seria gradual. Pela proposta, 60 dias após a promulgação, a jornada máxima passaria para 42 horas semanais. Após 14 meses, o limite seria reduzido para 40 horas. Se aprovada na CCJ, a PEC seguirá para o plenário do Senado, onde precisará ser aprovada em dois turnos. Caso o texto seja alterado, voltará para nova análise da Câmara. Fim da escala 6x1: quem apoia, quem é contra e o que ainda pode mudar na proposta 6x1, 5x2, 4x3 e 12x36: entenda como funcionam as escalas de trabalho Se os senadores fizerem alterações, a proposta terá de retornar à Câmara dos Deputados antes de poder ser promulgada. Comissão aprova fim da "taxa das blusinhas" Também nesta quarta-feira, a comissão mista do Congresso aprovou o parecer da medida provisória que extingue o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50, conhecido como "taxa das blusinhas". O texto segue para votação no plenário da Câmara e, depois, ainda precisará ser aprovado pelo Senado antes de 8 de setembro, quando a MP perde a validade. A relatora, senadora Leila Barros (PDT-DF), manteve o fim da cobrança e incluiu um mecanismo para que o Ministério da Fazenda monitore periodicamente os impactos da medida sobre a indústria, o comércio, o emprego, a renda e a arrecadação. A primeira avaliação ocorrerá após três meses e, depois, a cada seis meses. O Congresso também fará uma revisão anual da política. Foi rejeitada a proposta que daria aos Correios exclusividade na entrega de encomendas internacionais de até US$ 50. Segundo o governo, a medida seria inconstitucional. Mesmo com o fim do imposto federal de importação, o ICMS continuará sendo cobrado, já que o tributo é de competência dos estados. Bolsas globais Em Wall Street, os mercados fecharam em alta, com investidores divididos entre o entusiasmo com as empresas de inteligência artificial e a preocupação com a guerra no Oriente Médio. O conflito mantém o petróleo em alta e aumenta as incertezas sobre a economia. O Dow Jones subiu 0,56%, enquanto o S&P 500 e o Nasdaq avançaram 0,46%. Já as principais bolsas na Europa também ficaram no vermelho, pressionados pelo avanço dos preços do petróleo e pela alta dos rendimentos dos títulos públicos. O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,2%. Em Londres, o FTSE 100 recuou 0,30%, enquanto o DAX, da Alemanha, caiu 0,50% e o CAC 40, da França, perdeu 0,26%. Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única nesta quarta-feira, com predominância de quedas. Na China, a Bolsa de Xangai caiu 0,97%, enquanto o índice CSI300 recuou 1,38%. Em Hong Kong, o Hang Seng teve leve baixa de 0,07%. Em Tóquio, o Nikkei perdeu 2,85%, e, em Seul, o Kospi registrou a maior queda do dia, de 3,99%. Na contramão, apenas a Bolsa de Cingapura fechou em alta, com avanço de 0,59%. * Com informações da agência de notícias Reuters. Dólar Reuters/Lee Jae-Won/Foto de arquivo

Fonte: G1

Esta notícia foi publicada originalmente por G1. Consulte a publicação original para mais detalhes.

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