Mundo

Aliado de Trump confessou estar "cansado" antes de morte "repentina"

Morreu, no sábado, dia 11 de julho, o senador republicano Lindsey Graham, que ficou conhecido por ser um dos mais fortes aliados de Donald Trump. A notícia foi confirmada pela família, que disse que o político tinha...

Compartilhar
Aliado de Trump confessou estar "cansado" antes de morte "repentina"
Noticias ao Minuto - Ultima Hora

Morreu, no sábado, dia 11 de julho, o senador republicano Lindsey Graham, que ficou conhecido por ser um dos mais fortes aliados de Donald Trump. A notícia foi confirmada pela família, que disse que o político tinha sido vítima de uma doença "rápida e repentina".

Imediatamente surgiram reações de várias personalidades lamentando a sua súbita despedida, com Donald Trump também confirmando a perda de um grande amigo e "patriota".

Morreu senador norte-americano Lindsey Graham

O senador republicano dos Estados Unidos Lindsey Graham, aliado próximo do presidente Donald Trump, faleceu de forma muito "repentina".

Graham era presidente da Comissão de Orçamento do Senado e concorria, em novembro, a um quinto mandato de seis anos. Era também um dos membros mais conhecidos da câmara e uma voz fundamental no seio do partido em matéria de defesa e assuntos internacionais, também conhecido pelo seu apoio a Israel e à manutenção da projeção militar dos Estados Unidos no mundo.

Antes de morrer, o homem teria conversado com o presidente dos Estados Unidos, revelou, ontem, Trump, referindo que "durante a chamada ele disse: 'Sabe, me sinto bem. Mas estou cansado'. O conhecia muito bem e ele iria me dizer se não se estivesse se sentindo bem".

Questionado sobre o momento exato em que falou com o senador republicano, Trump apontou que "pode ter sido minutos antes" da morte.

Causas da morte

Entretanto na noite deste domingo viriam a se revelar as conclusões do relatório preliminar à causa da morte de Lindsey Graham. Vale lembrar que as equipes de emergência tinham respondido a uma chamada por "parada cardíaca" na residência de Graham, em Capitol Hill, de acordo com comunicações da polícia obtidas pela NBC News.

Já segundo o relatório médico, o republicano morreu devido à ruptura da aorta, provocada pelo endurecimento das artérias. Os dados foram revelados pela agência de notícias AP, que acrescentava que a causa oficial da morte ainda será confirmada após exames complementares.

Defensor de uma postura firme em relação à Rússia e defensor da Ucrânia, o político regressado recentemente de uma visita a Kyiv e, na véspera da sua morte, anunciou um acordo com a administração Trump para avançar com um novo pacote de sanções contra Moscou.

Perde-se um "patriota" e grande "amigo" de Israel

Pouco depois da notícia da sua morte, começaram a surgir as primeiras manifestações. Donald Trump foi dos primeiros a lamentar a morte de alguém que definiu como "um grande patriota".

"O senador Lindsey Graham, uma das pessoas e um dos senadores mais extraordinários que já conheci, faleceu. Estava sempre trabalhando e era um verdadeiro patriota americano", escreveu Trump na sua rede social.

Seguiu-se Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel, que afirmou que acabava de perder um "grande amigo".

"Lindsey compreendia que a segurança de Israel e a dos Estados Unidos são indissociáveis" e "Israel perdeu um dos seus maiores amigos", declarou Netanyahu, em um comunicado publicado pelo seu gabinete.

Outros líderes internacionais, entre os quais Ursula von der Leyen, Mark Rutte e Volodymyr Zelensky lamentaram a morte do senador norte-americano, destacando o apoio à Ucrânia e à OTAN.

A presidente da Comissão Europeia afirmou que Graham "lutou até ao fim para apoiar a luta da Ucrânia pela liberdade e aumentar o custo da guerra de agressão conduzida pela Rússia".

O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, também manifestou tristeza pela morte do senador, que classificou como "um firme defensor dos Estados Unidos que acreditava profundamente na Aliança Atlântica".

Volodymyr Zelensky, afirmou que a Ucrânia perdeu um "firme defensor" e que "os Estados Unidos e o mundo perderam um líder determinado".

Republicano da Carolina do Sul, Graham cumpriu mais de três décadas no Congresso e era uma das figuras mais influentes da política externa dos Estados Unidos, tendo percorrido o mundo a defender uma política externa norte-americana mais agressiva.

Leia Também: Lindsey Graham, aliado de Trump, morre após doença repentina

Leia também

Leia também