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Quem tem lipedema pode correr? Veja as atividades mais indicadas!

A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas no controle do lipedema, condição crônica caracterizada pelo acúmulo anormal de gordura, principalmente nas pernas e nos braços, que pode causar dor,...

Quem tem lipedema pode correr? Veja as atividades mais indicadas!
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Entenda a notícia rapidamente

A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas no controle do lipedema, condição crônica caracterizada pelo acúmulo anormal de gordura, principalmente nas pernas e nos braços, que pode causar dor, sensibilidade, hematomas frequentes e sensação de peso nos membros. Apesar dos benefícios do exercício, uma dúvida é comum entre quem recebeu...

Pontos principais

  • A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas no controle do lipedema, condição crônica caracterizada pelo acúmulo anormal de gordura, principalmente nas pernas e nos...
  • Apesar dos benefícios do exercício, uma dúvida é comum entre quem recebeu o diagnóstico: afinal, quem tem lipedema pode correr?
  • Segundo Beatriz Berenchtein, coordenadora de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, não existe uma resposta única.

Contexto

Esta matéria faz parte da cobertura de Lifestyle. A fonte original identificada na página é Noticias ao Minuto. Data da publicação: 24 de agosto de 2026 às 15:00.

O que acompanhar

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Leitura editorial organizada a partir das informações contidas nesta matéria e da fonte identificada.

A prática regular de atividade física é uma das principais aliadas no controle do lipedema, condição crônica caracterizada pelo acúmulo anormal de gordura, principalmente nas pernas e nos braços, que pode causar dor, sensibilidade, hematomas frequentes e sensação de peso nos membros. Apesar dos benefícios do exercício, uma dúvida é comum entre quem recebeu o diagnóstico: afinal, quem tem lipedema pode correr?

Segundo Beatriz Berenchtein, coordenadora de Fisioterapia da Faculdade Anhanguera, não existe uma resposta única. "A corrida não é proibida para quem tem lipedema, mas a indicação depende do estágio da doença, da intensidade dos sintomas e do condicionamento físico de cada paciente. Em alguns casos, o impacto pode aumentar a dor e o desconforto, principalmente quando a prática começa sem preparo ou acompanhamento profissional", explica.

Saiba quais atividades costumam trazer mais benefícios e quais exigem maior atenção.

Caminhada: é uma excelente opção para quem está iniciando uma rotina de exercícios. Além de ser de baixo impacto, contribui para melhorar a circulação e o condicionamento físico.

Natação e hidroginástica: a pressão da água favorece o retorno venoso e linfático, ajudando a aliviar o inchaço e reduzindo a sobrecarga sobre as articulações.

Musculação: quando bem orientada, fortalece a musculatura, melhora a estabilidade das articulações e auxilia na funcionalidade dos membros inferiores.

Pilates: ajuda no fortalecimento muscular, na postura, na mobilidade e no equilíbrio, com baixo impacto.

Bicicleta: tanto a bicicleta ergométrica quanto a convencional podem ser boas alternativas para melhorar o condicionamento cardiovascular sem impactos repetitivos.

E a corrida?

A corrida não precisa ser descartada, mas exige alguns cuidados. De acordo com o especialista, pacientes com sintomas leves e bom condicionamento podem praticar a modalidade, desde que respeitem a evolução do treino e sejam acompanhados por profissionais.

Já quem apresenta dor intensa, edema importante ou está começando a praticar atividade física pode se beneficiar mais de modalidades de menor impacto antes de incluir a corrida na rotina.

Exercícios que merecem atenção:

Mais do que evitar uma modalidade específica, o importante é observar como o corpo responde ao exercício. Atividades com muitos saltos, impactos repetitivos ou aumento brusco da intensidade podem agravar o desconforto em algumas pacientes.

"Cada caso deve ser avaliado individualmente. O objetivo é encontrar uma atividade que promova ganhos para a saúde sem aumentar os sintomas do lipedema", reforça a fisioterapeuta.

Além da prática de exercícios, o controle da condição pode incluir fisioterapia, alimentação equilibrada, uso de meias compressivas quando indicado e acompanhamento multiprofissional.

É importante destacar que a atuação do fisioterapeuta é voltada para o controle dos sintomas, melhora da circulação e da drenagem linfática, redução do edema quando presente, alívio da dor e preservação da mobilidade e da qualidade de vida. Por meio de uma avaliação individualizada, o profissional pode utilizar recursos como terapia manual, exercícios terapêuticos, prescrição de atividades físicas, orientações sobre autocuidado e compressão elástica, contribuindo para retardar a progressão da doença e favorecer a funcionalidade.

Fonte: Noticias ao Minuto

Esta atualização editorial se baseia em informações publicadas por Noticias ao Minuto. O link da fonte é mantido para transparência e verificação.

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