SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça de São Paulo condenou na noite desta segunda-feira (31) Leonardo Souza Ceschini pela morte da esposa, a empresária Érica Fernandes Alves Ceschini, 34, em 31 de janeiro de 2021. A decisão, tomada em júri popular, resultou em uma pena de 13 anos e 24 dias de prisão. Uma ordem de prisão foi expedida. Cabe recurso.
Corintiano que matou esposa palmeirense é condenado por júri a 13 anos de prisão em SP
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça de São Paulo condenou na noite desta segunda-feira (31) Leonardo Souza Ceschini pela morte da esposa, a empresária Érica Fernandes Alves Ceschini, 34, em 31 de janeiro de 2021. A...
Entenda a notícia rapidamente
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça de São Paulo condenou na noite desta segunda-feira (31) Leonardo Souza Ceschini pela morte da esposa, a empresária Érica Fernandes Alves Ceschini, 34, em 31 de janeiro de 2021. A decisão, tomada em júri popular, resultou em uma pena de 13 anos e 24 dias de prisão. Uma ordem de prisão foi expedida. Cabe recurso. Érica...
Pontos principais
- SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça de São Paulo condenou na noite desta segunda-feira (31) Leonardo Souza Ceschini pela morte da esposa, a empresária Érica Fernandes Alves Ceschini, 34,...
- A decisão, tomada em júri popular, resultou em uma pena de 13 anos e 24 dias de prisão.
- Érica foi morta no apartamento em que o casal morava com os filhos, no Parque São Domingos, zona norte da capital.
Contexto
Esta matéria faz parte da cobertura de Justiça. A fonte original identificada na página é Noticias ao Minuto. Data da publicação: 1 de setembro de 2026 às 06:00.
O que acompanhar
Os próximos desdobramentos relevantes são os ligados aos fatos e consequências descritos acima; esta página pode ser atualizada caso a informação de origem mude.
Leitura editorial organizada a partir das informações contidas nesta matéria e da fonte identificada.
Érica foi morta no apartamento em que o casal morava com os filhos, no Parque São Domingos, zona norte da capital. Segundo a investigação, os dois teriam iniciado uma discussão motivada por um jogo de futebol: ela era palmeirense, e ele, corintiano.
Na data do crime, o Palmeiras havia sido bicampeão da Copa Libertadores da América ao derrotar o Santos por 1 a 0, no Maracanã, no Rio de Janeiro.
Leonardo, que confessou ter agredido a esposa, ficou menos de um mês preso. Ele respondeu ao processo em liberdade e compareceu ao julgamento nesta segunda-feira (31).
De acordo com o Tribunal de Justiça, o Conselho de Sentença foi formado por quatro homens e três mulheres. Eles reconheceram a autoria do crime, bem como as qualificadoras: meio cruel e feminicídio. A pena foi aumentada pelo fato de a morte ter sido presenciada pelos filhos da vítima.
Em sua denúncia, o promotor de Justiça Fernando Cesar Bolque, do 5º Tribunal do Júri, afirmou que o réu matou a companheira "valendo-se de motivo fútil" -no caso, uma "simples discussão familiar fomentada por rixa esportiva".
No dia do crime, policiais militares relataram, em depoimento, terem sido acionados por volta da 1h para uma ocorrência de assassinato seguido de suicídio.
Ao chegar ao prédio, na rua Rubens de Souza Araújo, os policiais foram recebidos pelo próprio suspeito, que abriu a porta do apartamento. Em seguida, segundo os agentes, ele caminhou até a cozinha, onde Érica estava caída em uma poça de sangue. Leonardo então se deitou ao lado do corpo dela.
Ele estava ferido na região do abdômen ele foi levado ao Conjunto Hospitalar do Mandaqui, na zona norte, onde passou por cirurgia.
Antes de ser internado, ainda no apartamento, Leonardo teria dito aos policiais que fora agredido pela mulher e que ela, em seguida, teria se suicidado. Pouco depois, no entanto, mudou a versão: afirmou ter desarmado a companheira e desferido "vários golpes" nela, alegando ter "se excedido".
Esta notícia foi publicada originalmente por Noticias ao Minuto. Consulte a publicação original para mais detalhes.
Abrir publicação original