Suspeito de feminicídio no Amapá era protetor de animais Divulgação O caso da morte de Emily Darck Vanzeler Canela, de 22 anos, em Santana, no sábado (1º), segue em investigação pela Polícia Civil. Inicialmente tratado como latrocínio, o crime evoluiu para feminicídio após contradições no depoimento do companheiro da vítima, Adriano da Silva Pinheiro, que acabou confessando o assassinato por ciúmes. Ele permanece preso preventivamente enquanto diligências continuam para localizar a arma usada no crime. Baixe o app do g1 para ver notícias do AP em tempo real e de graça Dentro desse contexto, o delegado Rômulo Viegas destacou o perfil do suspeito, que até então não levantava suspeitas na cidade. A defesa de Adriano não foi localizada. “Era um rapaz trabalhador, muito conhecido em Santana, não tinha boletins de ocorrência registrados contra ele. Era visto como protetor de animais e tinha mais de 25 anos de trabalho em uma empresa”, afirmou. O delegado ressaltou, no entanto, que muitas vítimas de violência doméstica sofrem caladas e demoram anos para registrar um boletim de ocorrência. LEIA TAMBÉM: Delegado diz que suspeito admitiu matar jovem por ciúmes no Amapá Mulher de 22 anos é encontrada morta a tiros dentro de carro em Santana Companheiro de mulher encontrada morta a tiros em carro é preso no AP Emily Darck Vanzeler Canela, foi assassinada pelo companheiro no Amapá Divulgação Segundo Viegas, Adriano e Emily estavam juntos há seis anos, mas só passaram a morar sozinhos em outubro de 2025. “Emily era muito reservada, não falava quase nada sobre seus relacionamentos. Mesmo que estivesse sofrendo violência, os colegas de trabalho não saberiam”, disse o delegado. Ainda segundo o delegado, Adriano foi ouvido primeiro como testemunha, mas durante as diligências começou a se contradizer e, em conversa com policiais do Grupo Tático Aéreo (GTA), admitiu ter matado Emily por ciúmes. Mulher é encontrada morta dentro de carro em Santana Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
Suspeito de feminicídio no Amapá tinha perfil de 'trabalhador e protetor de animais', diz delegado
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