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Polícia prende no Ceará suspeito de invadir sistema de órgão de AL e cobrar servidores indevidamente

Suspeito utilizava VPN para acessar remotamente sistema de órgão público do Estado de Alagoas Gilles Lambert / Unsplash A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (3), um homem suspeito de acessar indevidamente o...

Polícia prende no Ceará suspeito de invadir sistema de órgão de AL e cobrar servidores indevidamente
Imagem fornecida pela publicação original: G1
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Suspeito utilizava VPN para acessar remotamente sistema de órgão público do Estado de Alagoas Gilles Lambert / Unsplash A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (3), um homem suspeito de acessar indevidamente o sistema de atendimento de um órgão da administração pública do estado e realizar cobranças indevidas contra servidores públicos. ?Participe do...

Pontos principais

  • Suspeito utilizava VPN para acessar remotamente sistema de órgão público do Estado de Alagoas Gilles Lambert / Unsplash A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (3), um homem suspeito de...
  • ?Participe do canal do g1 Alagoas O suspeito, que não teve o nome informado, foi preso em Icó, no interior do Ceará, em cumprimento a um mandado expedido pela 17ª Vara Criminal da Capital.
  • A Polícia Civil não informou o estado de naturalidade dele.

Contexto

Esta matéria faz parte da cobertura de Estados. A publicação está associada à região Alagoas. A fonte original identificada na página é G1. Data da publicação: 3 de setembro de 2026 às 11:06.

O que acompanhar

Os próximos desdobramentos relevantes são os ligados aos fatos e consequências descritos acima; esta página pode ser atualizada caso a informação de origem mude.

Leitura editorial organizada a partir das informações contidas nesta matéria e da fonte identificada.

Suspeito utilizava VPN para acessar remotamente sistema de órgão público do Estado de Alagoas Gilles Lambert / Unsplash A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (3), um homem suspeito de acessar indevidamente o sistema de atendimento de um órgão da administração pública do estado e realizar cobranças indevidas contra servidores públicos. ?Participe do canal do g1 Alagoas O suspeito, que não teve o nome informado, foi preso em Icó, no interior do Ceará, em cumprimento a um mandado expedido pela 17ª Vara Criminal da Capital. A Polícia Civil não informou o estado de naturalidade dele. De acordo com a polícia, o homem será transferido para o sistema prisional de Alagoas. Ele também é apontado como chefe de uma organização criminosa que realiza fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. As irregularidades foram identificadas a partir de mecanismos de acompanhamento do órgão estadual, que constatou dezenas de atendimentos suspeitos. Durante estes atendimentos, o suspeito solicitava pagamentos.

As investigações iniciais apontam que o suspeito utilizava as credenciais de um servidor que está afastado das atividades, o que levantou a hipótese de utilização indevida e acesso por terceiros. A partir daí a Polícia Civil foi acionada e percebeu que o homem utilizava redes privadas virtuais, as VPNs, para dificultar a identificação e localização dele durante as fraudes. Apesar da tentativa de ocultar os rastros, as investigações conseguiram identificar um endereço de IP e o associou a outros dados que permitiram a localização do alvo. A Justiça determinou ainda o bloqueio judicial de R$ 8.618,00, correspondente ao montante das fraudes até então confirmadas, além do afastamento do sigilo de dados telemáticos e bancários para aprofundamento das investigações, que continuam. Fraude Polícia Civil de Alagoas localizou suspeito em Icó, no interior do Ceará Reprodução/PC-AL O esquema, segundo a Polícia Civil, consistia em utilizar os dados de terceiros para ter contato com usuários que procuravam o serviço oficial oferecido pelo órgão. Nesses contatos, o investigado se apresentava como responsável pelo atendimento e dizia que existiam supostos problemas na emissão de documentos, induzindo as vítimas à realização de pagamentos em benefício do grupo criminoso. A Polícia Civil identificou, até o momento, dois pagamentos realizados por vítimas. Os valores obtidos eram movimentados por meio de contas de terceiros e intermediadoras de pagamento. A prática tem como objetivo dificultar a identificação dos beneficiários.

Fonte: G1

Esta notícia foi publicada originalmente por G1. Consulte a publicação original para mais detalhes.

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