Morre jornalista Carlos Bastos, aos 92 anos Reprodução/RBS TV O jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos morreu nesta terça-feira (21), aos 92 anos, em Porto Alegre. Com quase sete décadas de atuação, ele foi uma das referências na cobertura da política do Rio Grande do Sul e do Brasil. A informação foi confirmada pela família — a causa da morte não foi informada. Nascido em 25 de julho de 1934, em Passo Fundo, Bastos era filho de pai brasileiro e mãe argentina. Começou a carreira em 1955, no jornal "O Clarin", em Porto Alegre. Ao longo da trajetória, trabalhou em jornais, emissoras de rádio e de televisão. ? Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Carlos Bastos deixa a esposa, Ana Maria Lopes de Almeida Bastos, quatro filhos e quatro netos. Informações sobre velório e sepultamento não foram divulgadas.
Jornalista Carlos Bastos, que participou do lançamento do Jornal Nacional, morre aos 92 anos no Rio Grande do Sul
Morre jornalista Carlos Bastos, aos 92 anos Reprodução/RBS TV O jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos morreu nesta terça-feira (21), aos 92 anos, em Porto Alegre. Com quase sete décadas de atuação, ele foi uma das...
Na área política, o jornalista cobriu campanhas presidenciais, governos estaduais e crises institucionais. Acompanhou a Campanha da Legalidade, em 1961, dentro do Palácio Piratini, e conviveu com figuras centrais da política, como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola. Bastos atuou como chefe de reportagem do jornal Zero Hora e da Rádio e TV Gaúcha, onde dirigiu os setores de jornalismo e esporte, incluindo o Jornal do Almoço. Ele também participou do lançamento do Jornal Nacional, em 1969. O profissional exerceu funções públicas na área da comunicação. Foi superintendente de Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul e secretário de Comunicação no governo estadual de Alceu Collares. Chamado por colegas de profissão de "mestre dos mestres", Bastos defendia a independência na atuação jornalística. "A democracia é essencial, principalmente para a comunicação, principalmente para os jornalistas. Seja de direita, seja de esquerda, todo mundo tem direito de propagar o que pensa, mas a democracia é essencial para o país", afirmou o jornalista em entrevista à RBS TV. Fora da política, Bastos era torcedor do Grêmio e chegou a atuar como conselheiro do clube. Na área da publicidade, foi o único profissional de fora do setor a receber o título de Publicitário do Ano, concedido pela Associação Riograndense de Propaganda. Também recebeu os títulos de cidadão honorário de Porto Alegre e de Itacurubi, além de cidadão emérito de Passo Fundo. VÍDEOS: Tudo sobre o RS
Esta notícia foi publicada originalmente por G1. Consulte a publicação original para mais detalhes.
Abrir publicação original