Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Pilar Olivares / Reuters Os preços do petróleo sobem nesta sexta-feira (17) e caminham para registrar o maior avanço semanal desde abril. Perto das 11h, o barril do Brent, referência internacional da commodity, avançava 2,86%, cotado a US$ 86,64. Com isso, acumulava ganhos de mais de 13% na semana até agora e caminhava para registrar a maior alta semanal desde abril, quando os preços da commodity subiram 16,5% na semana encerrada em 24 de abril. ?? Tem alguma sugestão de reportagem? Envie para o g1 Já o West Texas Intermediate (WTI), dos Estados unidos, subia 3,15%, a US$ 81,44 o barril. Na semana até agora, a commodity acumula um ganho de 12,4%.
Petróleo sobe e se aproxima da maior alta semanal desde abril em meio a tensões no Oriente Médio
Uma vista de drone mostra uma plataforma de petróleo offshore na Baía de Guanabara, em Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Pilar Olivares / Reuters Os preços do petróleo sobem nesta sexta-feira (17) e caminham para...
A alta nos preços do petróleo no mercado internacional é impulsionada pelos temores em relação ao tráfego no Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% de todo o comércio global da commodity. O canal foi bloqueado pelo Irã como retaliação aos ataques feitos pelos Estados Unidos nos últimos dias. Em meio às tensões, o presidente americano, Donald Trump, retomou o bloqueio às embarcações iranianas no Estreito. O republicano chegou a considerar a cobrança de um pedágio de 20% sobre produtos de navios que circulassem pelo canal, mas voltou atrás e disse que substituiria a taxa por acordos comerciais e de investimento com "vários países" do Golfo Pérsico. A escalada do conflito volta a trazer preocupações sobre eventuais impactos na oferta global de petróleo em um momento de estoques reduzidos e alta demanda da commodity. O receio é que a alta do petróleo continue a impulsionar os preços dos combustíveis e resulte não apenas em um aumento da inflação mundial, como também tenha reflexos nos juros e na atividade econômica de diversos países.
Esta notícia foi publicada originalmente por G1 Economia. Consulte a publicação original para mais detalhes.
Abrir publicação original