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Novas indicações de medicamentos ampliam tratamento para câncer renal e hemofilia

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a ampliação do uso de dois medicamentos já utilizados no Brasil. As mudanças beneficiam pacientes com câncer de rim e pessoas com hemofilia, uma doença...

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a ampliação do uso de dois medicamentos já utilizados no Brasil. As mudanças beneficiam pacientes com câncer de rim e pessoas com hemofilia, uma doença hereditária que dificulta a coagulação do sangue.

Uma das aprovações envolve o Keytruda® (pembrolizumabe), que poderá ser usado em conjunto com outro medicamento, o belzutifano, no tratamento de pacientes com um tipo de câncer de rim chamado carcinoma de células renais de células claras.

A nova indicação é destinada a pessoas que já passaram pela cirurgia para retirada total ou parcial do rim, mas que apresentam maior risco de a doença voltar. Segundo a Anvisa, a combinação dos medicamentos pode ajudar a reduzir as chances de retorno do câncer após o procedimento cirúrgico.

O câncer de células renais é o tipo mais comum de câncer de rim, representando cerca de 85% dos casos da doença.

Ampliação para hemofilia

A Anvisa também autorizou a ampliação do uso do Hympavzi (marstacimabe) para pacientes com hemofilia A e hemofilia B que desenvolveram inibidores, substâncias produzidas pelo organismo que dificultam a ação dos medicamentos normalmente usados no tratamento da doença.

Até então, o remédio era indicado apenas para pacientes com hemofilia que não apresentavam esses inibidores.

Com a nova autorização, pessoas que enfrentam formas mais difíceis de tratar a doença passam a contar com uma nova opção para prevenir sangramentos.

A hemofilia é uma doença genética que faz com que o sangue demore mais para coagular. Por isso, pequenos cortes ou lesões podem provocar sangramentos prolongados e, em casos mais graves, hemorragias internas.

Segundo a Anvisa, as duas decisões ampliam as alternativas de tratamento para pacientes que apresentam maior risco de complicações, oferecendo novas opções terapêuticas para doenças que exigem acompanhamento contínuo.

Fonte: Nortão News

Esta notícia foi publicada originalmente por Nortão News. Consulte a publicação original para mais detalhes.

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