Se eleita, a política guianense Carolyn Rodrigues-Birkett quer priorizar as questões climáticas e restaurar as Nações Unidas como uma força para o bem
‘Uma encruzilhada crítica’: quem é a mulher que disputa para se tornar a primeira chefe caribenha da ONU?
Se eleita, a política guianense Carolyn Rodrigues-Birkett quer priorizar as questões climáticas e restaurar as Nações Unidas como uma força para o bem - Ainda não recebeu The Long Wave na sua caixa de entrada? Inscreva-se aqui Como...
Hoje, estou assumindo o comando da Onda Longa para trazer para vocês uma dessas histórias. Neste verão, a embaixadora da Guiana, Carolyn Rodrigues-Birkett, fez história como a primeira candidata caribenha ao prestigiado cargo de secretária-geral das Nações Unidas.
- Se tiver sucesso, ela também será a primeira mulher a ocupar o cargo.
- Falei com ela sobre o valor da ONU e o que um líder caribenho poderia trazer para esse papel.
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Como correspondente do Guardian nas Caraíbas, encontro por vezes histórias de que toda a gente fala na região, mas que não estão no radar dos meios de comunicação internacionais. Hoje, estou assumindo o comando da Onda Longa para trazer para vocês uma dessas histórias. Neste verão, a embaixadora da Guiana, Carolyn Rodrigues-Birkett, fez história como a primeira candidata caribenha ao prestigiado cargo de secretária-geral das Nações Unidas. Se tiver sucesso, ela também será a primeira mulher a ocupar o cargo. Falei com ela sobre o valor da ONU e o que um líder caribenho poderia trazer para esse papel.
Carolyn Rodrigues-Birkett começou a vida na remota aldeia indígena de Santa Rosa, no interior do Caribe e na nação sul-americana da Guiana.