Está em andamento em Cuiabá a Operação Peso Bruto, deflagrada pela Polícia Federal na manhã de hoje (4) com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à extração irregular de recursos minerais e à suposta usurpação de bens da União no município de Rosário Oeste (a 104 km de Cuiabá), em Mato Grosso.
PF mira esquema de extração ilegal de calcário que causou prejuízo de mais de R$ 3 milhões à União em MT
Está em andamento em Cuiabá a Operação Peso Bruto, deflagrada pela Polícia Federal na manhã de hoje (4) com o objetivo de aprofundar as investigações relacionadas à extração irregular de recursos minerais e à suposta usurpação de bens da...
Segundo levantamento prévio, foram extraídas mais de 34 toneladas de calcário em desacordo com a legislação, fato que pode ter causado prejuízo superior a R$ 3 milhões à União. Fontes confirmaram que foram expedidos três mandados de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos pelos agentes federais na capital mato-grossense.
- Os endereços visitados pelos policiais foram: edifício Monreale, localizado na Estevão de Mendonça, no Bairro Quilombo; edifício Américan Diamond, situado na Avenida Brasília, Bairro Jardim...
- As ordens judiciais visam coletar documentos, equipamentos eletrônicos, registros contábeis e outros elementos probatórios de interesse para a investigação.
Leitura editorial organizada apenas com informações contidas nesta matéria e na fonte identificada.
As apurações indicam a realização de atividade minerária em desacordo com os limites autorizados pelos títulos minerários e pelas licenças ambientais vigentes. Segundo levantamento prévio, foram extraídas mais de 34 toneladas de calcário em desacordo com a legislação, fato que pode ter causado prejuízo superior a R$ 3 milhões à União.
Fontes confirmaram que foram expedidos três mandados de busca e apreensão, que estão sendo cumpridos pelos agentes federais na capital mato-grossense. Os endereços visitados pelos policiais foram: edifício Monreale, localizado na Estevão de Mendonça, no Bairro Quilombo; edifício Américan Diamond, situado na Avenida Brasília, Bairro Jardim das Américas; e um na Avenida Haiti, também no Jardim das Américas.
As ordens judiciais visam coletar documentos, equipamentos eletrônicos, registros contábeis e outros elementos probatórios de interesse para a investigação.
As investigações tiveram início após a identificação de exploração mineral fora dos limites autorizados. Posteriormente, fiscalizações administrativas, análises geoespaciais e perícia realizada pela Polícia Federal corroboraram a existência de atividade minerária em área explorada irregularmente, com reflexos sobre o patrimônio mineral da União e sobre o meio ambiente.
No curso das apurações, foram identificados indícios de que a atividade irregular ocorreu ao longo de período significativo, envolvendo a extração de expressivo volume de calcário. As diligências em andamento buscam esclarecer a participação individual dos investigados, a extensão do proveito econômico obtido, a eventual continuidade das condutas e a existência de outros envolvidos ou beneficiários da atividade ilícita.