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Mulher de 38 anos que fingiu ter 12 é condenada por estelionato e falsa identidade

Vídeo mostra como mulher de 37 anos fingia ter 12 e agia como criança Amanda Maria Souza de Oliveira, a mulher de 38 anos que fingiu ter 12 e enganou uma família em Joinville, no Norte de Santa Catarina, foi condenada por estelionato e...

Mulher de 38 anos que fingiu ter 12 é condenada por estelionato e falsa identidade
Resumo 365

O g1 entrou em contato com os advogados da condenada e não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem. ?Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Amanda Maria Souza de Oliveira em imagem cedida pela assistente social Delma Soares, se passando por uma adolescente de 12 anos.

  • Arquivo Pessoal Pelo entendimento do Poder Judiciário, Amanda criou uma identidade fictícia e, durante cerca de 14 meses de convivência, foi tratada como filha e recebeu moradia,...
  • De acordo com a sentença, a mulher inicialmente teria se apresentado como adulta e, posteriormente, passado a afirmar que era adolescente.

Leitura editorial organizada apenas com informações contidas nesta matéria e na fonte identificada.

Vídeo mostra como mulher de 37 anos fingia ter 12 e agia como criança Amanda Maria Souza de Oliveira, a mulher de 38 anos que fingiu ter 12 e enganou uma família em Joinville, no Norte de Santa Catarina, foi condenada por estelionato e falsa identidade. Ela recebeu a pena de um ano, seis meses e 10 dias em regime inicial semiaberto. A sentença manteve a prisão preventiva dela. O g1 entrou em contato com os advogados da condenada e não havia obtido retorno até a última atualização desta reportagem. ?Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Amanda Maria Souza de Oliveira em imagem cedida pela assistente social Delma Soares, se passando por uma adolescente de 12 anos. Arquivo Pessoal Pelo entendimento do Poder Judiciário, Amanda criou uma identidade fictícia e, durante cerca de 14 meses de convivência, foi tratada como filha e recebeu moradia, alimentação, medicamentos e outros cuidados, até que a história foi descoberta. De acordo com a sentença, a mulher inicialmente teria se apresentado como adulta e, posteriormente, passado a afirmar que era adolescente. Com a identidade falsa, aproximou-se da família e relatou situações de vulnerabilidade, inclusive com histórico de abusos, problemas de saúde e abandono familiar. Entre as provas juntadas ao processo estão: laudo de celular apreendido depoimentos das vítimas e testemunhas admissão da acusada de que usada nome e idade falsos Com o golpe, a acusada obteve o custeio integral da própria sobrevivência enquanto morou com a família. O juízo também considerou a repercussão social do caso e os impactos emocionais e familiares decorrentes da situação, especialmente em razão do vínculo construído entre a ré e as vítimas ao longo de mais de um ano. Para o Poder Judiciário, Amanda agiu de forma consciente para induzir e manter as vítimas em erro.