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Homem é condenado a mais de 37 anos por matar e esconder corpo de jovem no Acre

Natanael Monteiro de Oliveira foi condenado a mais de 37 anos de prisão por homicídio e ocultação de cadáver Reprodução Natanael Monteiro de Oliveira, de 34 anos, foi condenado a 37 anos e nove meses de prisão pela morte de Douglas de Lima...

Homem é condenado a mais de 37 anos por matar e esconder corpo de jovem no Acre
Resumo 365

O resultado do júri na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco saiu nessa quarta-feira (8), e considerou procedente a denúncia do Ministério Público do Acre (MP-AC). Natanael é representado pela Defensoria Pública do Estado (DPE-AC), que não costuma se manifestar sobre os casos.

  • Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Segundo a decisão, o acusado, que integrava a facção criminosa Bonde dos Treze, foi condenado por homicídio qualificado com qualificadoras de motivo...
  • Cabe recurso, mas ele teve negado o direito de recorrer em liberdade.

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Natanael Monteiro de Oliveira foi condenado a mais de 37 anos de prisão por homicídio e ocultação de cadáver Reprodução Natanael Monteiro de Oliveira, de 34 anos, foi condenado a 37 anos e nove meses de prisão pela morte de Douglas de Lima Silva, de 18 anos, em abril de 2022, no bairro Ayrton Senna, região da baixada da Sobral, em Rio Branco. Embora o corpo não tenha sido encontrado, o processo aponta que Douglas foi assassinado. O resultado do júri na 1ª Vara do Tribunal do Júri de Rio Branco saiu nessa quarta-feira (8), e considerou procedente a denúncia do Ministério Público do Acre (MP-AC). Natanael é representado pela Defensoria Pública do Estado (DPE-AC), que não costuma se manifestar sobre os casos. ? Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Segundo a decisão, o acusado, que integrava a facção criminosa Bonde dos Treze, foi condenado por homicídio qualificado com qualificadoras de motivo torpe, ocultação de cadáver, participação de criança ou adolescente e recurso que dificultou a defesa da vítima, de acordo com a decisão assinada pelo juiz Fábio Alexandre Costa de Farias. Cabe recurso, mas ele teve negado o direito de recorrer em liberdade.