Cobertura 24 horas EN
Breaking News Brasil e mundo, minuto a minuto
Estados

Homem é condenado a 57 anos de prisão por abusar de três meninas no interior do Amazonas

Homem é condenado a 57 anos de prisão por abusar de três meninas no interior do Amazonas Foto: Divulgação A Justiça condenou um homem a 57 anos de prisão por estupro de vulnerável em Nhamundá, no interior do Amazonas. Segundo a Vara Única...

Homem é condenado a 57 anos de prisão por abusar de três meninas no interior do Amazonas
Resumo 365

De acordo com o Ministério Público do Amazonas, o homem se aproveitava da relação de confiança para cometer os abusos. Ele era padrinho de uma das vítimas e vizinho das três.

  • A promotora de Justiça Ana Carolina Arruda Vasconcelos, responsável pelo caso, afirmou que a decisão é uma resposta firme a crimes graves cometidos contra crianças em um ambiente que...
  • Participe do canal do g1 AM no WhatsApp A pena foi fixada em 57 anos, 9 meses e 15 dias de prisão, em regime fechado.

Leitura editorial organizada apenas com informações contidas nesta matéria e na fonte identificada.

Homem é condenado a 57 anos de prisão por abusar de três meninas no interior do Amazonas Foto: Divulgação A Justiça condenou um homem a 57 anos de prisão por estupro de vulnerável em Nhamundá, no interior do Amazonas. Segundo a Vara Única da Comarca, ele abusou de três meninas durante cerca de dez anos, quando todas tinham menos de 14 anos. Os crimes aconteceram entre 2012 e 2022. De acordo com o Ministério Público do Amazonas, o homem se aproveitava da relação de confiança para cometer os abusos. Ele era padrinho de uma das vítimas e vizinho das três. A promotora de Justiça Ana Carolina Arruda Vasconcelos, responsável pelo caso, afirmou que a decisão é uma resposta firme a crimes graves cometidos contra crianças em um ambiente que deveria ser de confiança. ? Participe do canal do g1 AM no WhatsApp A pena foi fixada em 57 anos, 9 meses e 15 dias de prisão, em regime fechado. O réu também terá de pagar R$ 60 mil de indenização às vítimas.

Segundo a promotora, a decisão mostra que crimes sexuais contra crianças serão enfrentados com rigor. A sentença ainda pode ser contestada.