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Arte

‘Eu queria capturar a variedade da cultura britânica da época’: o fotógrafo que documentou as madrugadas no metrô de Londres dos anos 90

Na década de 1990, o fotógrafo fez retratos de punks, festeiros e amantes da madrugada no underground. Suas imagens mostram a vida na cidade antes dos smartphones – quando as pessoas ainda tinham que correr para pegar o trem final As...

‘Eu queria capturar a variedade da cultura britânica da época’: o fotógrafo que documentou as madrugadas no metrô de Londres dos anos 90
Resumo 365

Estas são as horas douradas do final de semana, onde as amizades são encontradas e seladas; conversas tagarelas acompanham o balanço das carruagens; e novos amantes se encontram no caminho para um encontro que pode acabar sendo algo passageiro ou, na verdade, o início de uma companhia para toda a vida. Todos são arrastados pela corrida para embarcar no...

  • Todos são arrastados pela corrida para embarcar no último metrô – um pânico que terminou quando os serviços noturnos começaram em algumas linhas, há 10 anos, neste mês.
  • O metrô noturno chegou quando meu tempo de sair durante todo o fim de semana estava acabando e me deu uma leve sensação de estar perdendo.
  • Ver fotos da vida social de outras pessoas também pode fazer com que alguém se sinta assim; ao mesmo tempo, não é difícil nos vermos nesses rostos cansados, felizes e pensativos.

Leitura editorial organizada apenas com informações contidas nesta matéria e na fonte identificada.

Na década de 1990, o fotógrafo fez retratos de punks, festeiros e amantes da madrugada no underground. Suas imagens mostram a vida na cidade antes dos smartphones – quando as pessoas ainda tinham que correr para pegar o trem final

As fotografias de tubo de Mark McEvoy, tiradas nos vagões do metrô de Londres por volta das 23h, nas noites de sexta e sábado, de 1992 a 1995, capturam momentos que podem parecer superficialmente frívolos, mas podem ser os mais significativos de nossas vidas. Estas são as horas douradas do final de semana, onde as amizades são encontradas e seladas; conversas tagarelas acompanham o balanço das carruagens; e novos amantes se encontram no caminho para um encontro que pode acabar sendo algo passageiro ou, na verdade, o início de uma companhia para toda a vida.

Todos são arrastados pela corrida para embarcar no último metrô – um pânico que terminou quando os serviços noturnos começaram em algumas linhas, há 10 anos, neste mês. O metrô noturno chegou quando meu tempo de sair durante todo o fim de semana estava acabando e me deu uma leve sensação de estar perdendo. Ver fotos da vida social de outras pessoas também pode fazer com que alguém se sinta assim; ao mesmo tempo, não é difícil nos vermos nesses rostos cansados, felizes e pensativos.