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Empréstimos para capital de giro exige planejamento no 2º semestre

CURITIBA (PR) – A gestão do capital de giro no segundo semestre de 2026 tornou-se um desafio estratégico primordial para as pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras. Com a taxa básica de juros (Selic) mantida em patamares elevados e...

Empréstimos para capital de giro exige planejamento no 2º semestre
Resumo 365

Analistas de mercado alertam que deixar para obter recursos em momentos de sufoco financeiro pode significar a contratação de linhas emergenciais com custos substancialmente superiores. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,07% em julho de...

  • De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,07% em julho de 2026, mantendo a...
  • Embora sinalize estabilidade em relação ao pico do período, o cenário macroeconômico ainda impõe entraves ao crédito produtivo.
  • Pesquisa recente realizada pelo Banco Central do Brasil com 25 instituições financeiras revelou que a oferta de crédito para micro, pequenas e médias empresas foi percebida como restritiva...

Leitura editorial organizada apenas com informações contidas nesta matéria e na fonte identificada.

CURITIBA (PR) – A gestão do capital de giro no segundo semestre de 2026 tornou-se um desafio estratégico primordial para as pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras. Com a taxa básica de juros (Selic) mantida em patamares elevados e projeções de inflação acima da meta oficial, a busca por recursos para manutenção da operação, compra de estoque e pagamento de fornecedores exige antecipação das lideranças empresariais. Analistas de mercado alertam que deixar para obter recursos em momentos de sufoco financeiro pode significar a contratação de linhas emergenciais com custos substancialmente superiores. De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou alta de 0,07% em julho de 2026, mantendo a inflação acumulada em 12 meses na casa de 4,44%. Embora sinalize estabilidade em relação ao pico do período, o cenário macroeconômico ainda impõe entraves ao crédito produtivo. Pesquisa recente realizada pelo Banco Central do Brasil com 25 instituições financeiras revelou que a oferta de crédito para micro, pequenas e médias empresas foi percebida como restritiva no início do ano, com expectativas de continuidade desse aperto nos próximos trimestres. Fatores como inadimplência, restrições cadastrais e menor tolerância ao risco continuam pesando nas análises bancárias tradicionais. No ambiente de financiamento corporativo de longo prazo, a Taxa de Longo Prazo (TLP), usada como referência em operações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), atingiu 8,21% ao ano, acrescida da variação da inflação em agosto de 2026. O indicador representa o maior nível da série histórica iniciada em 2018, impulsionado pelas incertezas fiscais e pela pressão do mercado de títulos públicos, o que reforça o custo elevado do financiamento convencional no país. O impacto da restrição do crédito no fluxo de caixa empresarial O capital de giro funciona como o pulmão financeiro que garante o pagamento de salários, contas fixas e reposição de mercadorias. Quando o fluxo de caixa projetado indica déficit para os trimestres seguintes, a falta de liquidez força muitos empresários a utilizarem modalidades de curtíssimo prazo, como o limite do cheque especial ou a rolagem de faturas de cartão corporativo. Segundo dados levantados pelo Sebrae, cerca de 67% dos pedidos de crédito tradicional efetuados por pequenos negócios são negados pelas instituições bancárias convencionais, sobretudo por exigências burocráticas e falta de garantias líquidas. Esse afunilamento leva companhias a recorrerem a linhas de emergência com prazos curtos e juros elevados, comprometendo a saúde financeira do negócio no longo prazo. Diante do crédito tradicional mais rigoroso e com spreads elevados, o mercado paranaense tem buscado alternativas para reestruturar dívidas e captar recursos com custos menores. Uma das rotas em expansão é a conversão de ativos imobiliários corporativos ou pessoais em liquidez para a empresa. Estruturação de garantias seguras como o Home Equity A modalidade de empréstimo com garantia de imóvel, também conhecida como Home Equity, tem se posicionado como alternativa de planejamento financeiro para pequenos e médios empresários. Ao utilizar um bem imóvel comercial ou residencial como garantia real da operação, o tomador consegue reduzir o risco da instituição financeira, obtendo prazos mais longos de quitação (que podem chegar a 20 anos) e taxas de juros competitivas em comparação com as linhas de crédito pessoal ou corporativo sem garantia. Levantamentos da carteira B2C do Banco Bari mostram que o home equity tem ganhado espaço entre empreendedores. Em 2025, 16,38% dos clientes buscaram a modalidade para captar recursos para capital de giro ou investir em seus próprios negócios. Em 2026, os empresários já representam 21% do público que procura o produto. A liberação das linhas estruturadas requer precisão técnica para resguardar a operação e garantir a sustentabilidade do orçamento da empresa. A avaliação contempla análises jurídicas detalhadas e vistorias sobre os bens ofertados. “O processo inclui uma série de avaliações rigorosas, abrangendo aspectos jurídicos, a capacidade de renda do cliente e a análise do próprio imóvel. Todos esses critérios são fundamentais para garantir a segurança da operação para ambas as partes, o cliente e a instituição financeira”, explica Mateus Vargas Fogaça, especialista em regulamentação do Bari. Jeito Bari de decidir: antecipação evita o custo de modalidades emergenciais A desaceleração gradual da economia e a manutenção do custo do dinheiro em patamares elevados exigem que as pequenas e médias empresas evitem a captação emergencial de recursos. O planejamento do fluxo de caixa com base em relatórios de contas a pagar e a receber, identificando sazonalidades e indicativos de déficits recorrentes, permite ao gestor planejar a captação de recursos com antecedência. A busca por linhas de crédito estruturadas com garantias reais, como o empréstimo com garantia de imóvel do Banco Bari, permite amortizar compromissos de curto prazo mais caros, unificar dívidas e assegurar o fôlego operacional necessário para atravessar o encerramento do exercício fiscal de 2026 com equilíbrio financeiro.

Sobre o Banco Bari Com mais de 31 anos de atuação e sede em Curitiba, o Banco Bari é pioneiro em empréstimo com garantia de imóvel no Brasil. A instituição reúne nove empresas com competências complementares, permitindo que toda a cadeia de concessão, gestão e securitização de crédito seja realizada internamente. Além de sua expertise em empréstimo com garantia de imóvel, o Banco Bari oferece soluções como empréstimo consignado, investimentos e securitização imobiliária. Simule o seu crédito com o Bari.