Quando o sóbrio Max concorda em acompanhar o maluco amigo de infância Doug em uma grande noite com os rapazes, tudo dá errado, previsivelmente, mas algumas surpresas reais o aguardam.
49 Miles More review – maluca estrada de East Anglian faz uma curva inteligente à esquerda
Quando o sóbrio Max concorda em acompanhar o maluco amigo de infância Doug em uma grande noite com os rapazes, tudo dá errado, previsivelmente, mas algumas surpresas reais o aguardam. Doug, o divertido incessante interpretado por Gregory...
Depois de perder uma rodada de folga, o amigo de infância Max (Reece Henderson) é encarregado de acompanhar Doug em sua noite anual de rapazes, que acontece, entre todos os lugares, em Orford, Suffolk. O pneu do carro deles fura, deixando o titular preso a 49 milhas de seu destino; é claro que Doug insiste que caminhar todo o trecho será uma boa risada.
- Tomando cerveja às 10h, Doug é uma emboscada de um homem só: insistindo nas propriedades milagrosas da fita adesiva, demonstrando como ele venceria uma baleia em uma briga, contorcendo-se...
- Contrastando-o com o homem hétero de Henderson, o diretor Oliver Cox não sanciona completamente essa bufonaria.
Leitura editorial organizada apenas com informações contidas nesta matéria e na fonte identificada.
Doug, o divertido incessante interpretado por Gregory Fung nesta alegre, mas finalmente comovente comédia de amigos, junta-se a Alan Garner, de The Hangover, como o melhor amigo de pesadelo com maior probabilidade de lhe causar um aneurisma. Depois de perder uma rodada de folga, o amigo de infância Max (Reece Henderson) é encarregado de acompanhar Doug em sua noite anual de rapazes, que acontece, entre todos os lugares, em Orford, Suffolk. O pneu do carro deles fura, deixando o titular preso a 49 milhas de seu destino; é claro que Doug insiste que caminhar todo o trecho será uma boa risada.
Tomando cerveja às 10h, Doug é uma emboscada de um homem só: insistindo nas propriedades milagrosas da fita adesiva, demonstrando como ele venceria uma baleia em uma briga, contorcendo-se como uma criança em um precário bote de borracha. Contrastando-o com o homem hétero de Henderson, o diretor Oliver Cox não sanciona completamente essa bufonaria. Mas o seu filme também gosta de correr com o seu próprio lado absurdo, como o da condutora (Caroline Webster), cuja definição de ir “não muito longe” é 10 metros na estrada, ou ela emprestar-lhes a “bicicleta do filho” (um triciclo infantil) para os ajudar a acelerar o caminho. Se às vezes fica muito bobo, como acontece com um ataque de esguichos induzidos por frutas vermelhas, Cox opera com uma curiosa falta de filtro, como se estivesse deixando algum vernáculo familiar maluco acontecer.