A reconstrução da Síria custará mais de US$ 200 bilhões. Bombas não estão ajudando.
Em 6 de julho, Emmanuel Macron, o presidente francês, tornou-se o primeiro grande líder ocidental a visitar a Síria desde a derrubada da ditadura de Assad. Ele trouxe consigo um grupo de CEOs franceses. O anfitrião de Macron, Ahmed al-Sharaa, ex-militante da Al-Qaeda tornado estadista, deve ter ficado entusiasmado. Ele tem buscado investimentos estrangeiros e reconhecimento desde que tomou o poder há cerca de 18 meses. As duas bombas que abalaram o centro de Damasco na manhã seguinte foram muito menos bem-vindas. Elas são um lembrete dos limites da recuperação da Síria.
O Banco Mundial estima os custos totais de reconstrução em US$ 216 bilhões, dez vezes o PIB da Síria em 2024. A Síria está dolorosamente sem dinheiro.
As explosões ocorreram perto de um hotel em Damasco onde Macron passou a noite, ferindo 18 pessoas. Macron prosseguiu com sua visita, encontrando-se com o presidente Ahmed al-Sharaa no palácio presidencial.
(Nota: Imagem ilustrativa de contexto similar; fonte original menciona foto de David Guttenfelder)