A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a morte de um bebê de cinco meses, ocorrida na última segunda-feira, 31, quando os pais o teriam levado sem sinais vitais até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro Rio Maina, na cidade de Criciúma.
Morte de bebê em SC é investigada após pais apresentarem versões contraditórias
A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a morte de um bebê de cinco meses, ocorrida na última segunda-feira, 31, quando os pais o teriam levado sem sinais vitais até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no...
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A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a morte de um bebê de cinco meses, ocorrida na última segunda-feira, 31, quando os pais o teriam levado sem sinais vitais até uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro Rio Maina, na cidade de Criciúma. Enquanto estavam sendo atendidos na unidade de saúde, outro filho do casal, de quatro anos, permaneceu...
Pontos principais
- A Polícia Civil de Santa Catarina investiga a morte de um bebê de cinco meses, ocorrida na última segunda-feira, 31, quando os pais o teriam levado sem sinais vitais até uma Unidade de...
- Enquanto estavam sendo atendidos na unidade de saúde, outro filho do casal, de quatro anos, permaneceu sozinho no interior de um veículo, informou a polícia.
- Os pais foram presos pelo crime de abandono de incapaz.
Contexto
Esta matéria faz parte da cobertura de Mundo. A fonte original identificada na página é Noticias ao Minuto. Data da publicação: 2 de setembro de 2026 às 15:30.
O que acompanhar
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Enquanto estavam sendo atendidos na unidade de saúde, outro filho do casal, de quatro anos, permaneceu sozinho no interior de um veículo, informou a polícia. Os pais foram presos pelo crime de abandono de incapaz.
A polícia aponta que houve divergência entre os relatos dos pais. De um lado, a mãe afirmou que na madrugada, a criança teria se engasgado durante a amamentação e ela teria feito manobras de reanimação, logo em seguida, o menino teria voltado ao estado normal, mesmo assim ela o levou até a UPA.
Já o pai da vítima, informou aos policiais que ao chegar em casa por volta das 6h30, dormiu por cerca de duas horas antes de acordar e encontrar a criança pálida, com vômito e sem sinais vitais. Foram realizadas tentativas de reanimação, sem êxito, e a criança foi posteriormente conduzida à UPA.
Em audiência de custódia realizada na terça-feira, 1º, foi decretada a prisão temporária do casal, pelo prazo de 30 dias, após manifestação do Ministério Público.
Segundo a polícia, o procedimento foi encaminhado à Delegacia de Proteção à Criança, ao Adolescente e ao Idoso (DPCAI), que dará continuidade às investigações, inclusive quanto às circunstâncias da morte do bebê.
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