Manifestantes percorreram ruas da região central de Teresópolis exigindo investigação de grupos organizados difundindo ódio e ideologia neonazista Divulgação Cinco dias após uma mulher trans ter sido esfaqueada em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, manifestantes realizaram um ato na Praça Olímpica, na Várzea, na tarde e noite desta quarta-feira (2). Segundo integrantes de coletivos e moradores, o protesto é contra a atuação de grupos neonazistas no município. Ainda de acordo com os manifestantes, várias denúncias foram realizadas e, por isso, cobram uma resposta mais rápida das autoridades de segurança pública. Segundo a Polícia Civil, os cinco homens presos em flagrante pelo ataque contra Roque Marciano, de 32 anos, já vinham sendo acompanhados pela polícia por se autodeclararem de ideologia neonazista. ? Siga o canal do g1 Região Serrana no WhatsApp. Mulher trans é esfaqueada durante evento artístico em Teresópolis Durante a mobilização, os participantes fizeram falas públicas, denunciaram a presença de grupos extremistas na cidade e cobraram que os suspeitos permaneçam presos enquanto as investigações prosseguem. A Polícia Civil informou, no último domingo, que Paulo Ricardo do Vale Almeida, Daniel Portela Esteves, Matheus Maia Lopes de Souza, Wesley de Souza Pimentel e Emanuel Moura Cordeiro Boaventura tiveram a prisão em flagrante convertida para prisão preventiva e vão permanecer presos durante o processo. O g1 não obteve um posicionamento da defesa dos citados até a última atualização desta reportagem. Os manifestantes também caminharam pela avenida principal da cidade e retornaram à Praça Olímpica, onde ocorreram apresentações culturais e batalhas de rima. Vinícius Motta, representante do coletivo Ação Antifascista Teresopolitana, afirmou que o objetivo do ato foi pressionar as autoridades a aprofundarem as investigações e identificar possíveis integrantes de grupos organizados. "Nossa posição é cobrar uma postura das autoridades, exigir que eles continuem presos e que seja aberta uma investigação para apurar o nível de organização dessa célula em nosso município. Também alertamos que Teresópolis não é território de nazistas. Continuaremos organizados, pois a luta segue firme, principalmente em defesa dos direitos humanos, da população LGBTQIA+, das mulheres e da população negra periférica", disse. O ataque Grupo já era acompanhado pela polícia Civil por denúncias de que espalhavam conteúdos transfóbicos em Teresópolis Reprodução redes sociais A manifestação foi convocada por movimentos sociais após o ataque ocorrido na última sexta-feira (28), durante um evento de slam em Teresópolis. Em publicação divulgada antes do ato, os organizadores afirmaram que já haviam denunciado a atuação do grupo às autoridades e acusaram o poder público de não ter tomado medidas suficientes para impedir novos episódios de violência. A vítima foi esfaqueada no ombro e região do tórax durante uma briga. sofrendo ferimentos graves, incluindo a perfuração de um dos pulmões.
Manifestantes fazem ato em Teresópolis após mulher trans ser esfaqueada e ter pulmão perfurado
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Manifestantes percorreram ruas da região central de Teresópolis exigindo investigação de grupos organizados difundindo ódio e ideologia neonazista Divulgação Cinco dias após uma mulher trans ter sido esfaqueada em Teresópolis, na Região Serrana do Rio, manifestantes realizaram um ato na Praça Olímpica, na Várzea, na tarde e noite desta quarta-feira (2)....
Pontos principais
- Manifestantes percorreram ruas da região central de Teresópolis exigindo investigação de grupos organizados difundindo ódio e ideologia neonazista Divulgação Cinco dias após uma mulher...
- Segundo integrantes de coletivos e moradores, o protesto é contra a atuação de grupos neonazistas no município.
- Ainda de acordo com os manifestantes, várias denúncias foram realizadas e, por isso, cobram uma resposta mais rápida das autoridades de segurança pública.
Contexto
Esta matéria faz parte da cobertura de Estados. A publicação está associada à região Região Serrana. A fonte original identificada na página é G1. Data da publicação: 2 de setembro de 2026 às 20:19.
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Esta notícia foi publicada originalmente por G1. Consulte a publicação original para mais detalhes.
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