Dança

Crítica de Ihsane – Sidi Larbi Cherkaoui nos leva da tragédia brutal à harmonia eufórica

Festival de teatro, Edimburgo O coreógrafo combina um assassinato homofóbico de 2012 com uma lembrança de seu pai em um espetáculo muitas vezes arrebatador sobre cura Em 2019, no festival internacional de Edimburgo, o...

Crítica de Ihsane – Sidi Larbi Cherkaoui nos leva da tragédia brutal à harmonia eufórica
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Festival de teatro, Edimburgo O coreógrafo combina um assassinato homofóbico de 2012 com uma lembrança de seu pai em um espetáculo muitas vezes arrebatador sobre cura Em 2019, no festival internacional de Edimburgo, o realizador suíço Milo Rau encenou uma intensa investigação teatral, La Reprise: Histoire(s) du Theatre (I), recriando um assassinato...

Pontos principais

  • Festival de teatro, Edimburgo O coreógrafo combina um assassinato homofóbico de 2012 com uma lembrança de seu pai em um espetáculo muitas vezes arrebatador sobre cura Em 2019, no festival...
  • O assassinato de Ihsane Jarfi, sete anos antes, chegou às manchetes e a notícia perturbou o coreógrafo Sidi Larbi Cherkaoui, que era um pouco mais velho, também gay e tinha mãe belga e pai...
  • Cherkaoui agora chega ao mesmo festival com seu próprio ato de lembrança, tão envolvente quanto o de Rau, porém mais expansivo.

Contexto

Esta matéria faz parte da cobertura de Dança. A fonte original identificada na página é The Guardian. Data da publicação: 19 de agosto de 2026 às 06:28.

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Os próximos desdobramentos relevantes são os ligados aos fatos e consequências descritos acima; esta página pode ser atualizada caso a informação de origem mude.

Leitura editorial organizada a partir das informações contidas nesta matéria e da fonte identificada.

Festival de teatro, Edimburgo O coreógrafo combina um assassinato homofóbico de 2012 com uma lembrança de seu pai em um espetáculo muitas vezes arrebatador sobre cura

Em 2019, no festival internacional de Edimburgo, o realizador suíço Milo Rau encenou uma intensa investigação teatral, La Reprise: Histoire(s) du Theatre (I), recriando um assassinato homofóbico na Bélgica. O assassinato de Ihsane Jarfi, sete anos antes, chegou às manchetes e a notícia perturbou o coreógrafo Sidi Larbi Cherkaoui, que era um pouco mais velho, também gay e tinha mãe belga e pai marroquino como Jarfi.

Cherkaoui agora chega ao mesmo festival com seu próprio ato de lembrança, tão envolvente quanto o de Rau, porém mais expansivo. Também presta homenagem ao pai do coreógrafo, falecido há 30 anos e cujo passado está entrelaçado com a morte de Jarfi. Se isso levanta alguma dúvida, o ponto principal de Cherkaoui é sobre a interconexão de todas as vidas e seus personagens se transformam uns nos outros. Ele se inspira no primeiro nome da vítima, que significa essencialmente “benevolência”, e contrapõe os perturbadores flashes de violência da produção com uma leveza flutuante, seja no breakdance ou nas formas tradicionais, e apresentando ideais de alegria e bondade harmoniosas.

Fonte: The Guardian

Esta notícia foi publicada originalmente por The Guardian. Consulte a publicação original para mais detalhes.

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