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Justiça manda MPE investigar candidato por uso da Educação em MT

O juiz da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá, Emerson Luis Pereira Cajango, determinou que o Ministério Público Eleitoral (MPE) investigue se o exsecretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto, tem utilizado a estrutura...

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O juiz da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá, Emerson Luis Pereira Cajango, determinou que o Ministério Público Eleitoral (MPE) investigue se o exsecretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto, tem utilizado a estrutura da secretaria de Educação do Estado para realização de propaganda política irregular. Alan Porto (Republicanos) é candidato a deputado...

Pontos principais

  • O juiz da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá, Emerson Luis Pereira Cajango, determinou que o Ministério Público Eleitoral (MPE) investigue se o exsecretário de Estado de Educação (Seduc), Alan...
  • Alan Porto (Republicanos) é candidato a deputado estadual e na maior parte das duas gestões do ex-governador Mauro Mendes, foi secretário da Seduc – apesar de sua formação em engenharia...
  • Porto sofreu uma queixa pelo aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, que permite a realização de denúncias por meio do celular, num app desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE),...

Contexto

Esta matéria faz parte da cobertura de Cidades. A publicação está associada à região Nortão do Mato Grosso. A fonte original identificada na página é Nortao News. Data da publicação: 2 de setembro de 2026 às 16:32.

O que acompanhar

Os próximos desdobramentos relevantes são os ligados aos fatos e consequências descritos acima; esta página pode ser atualizada caso a informação de origem mude.

Leitura editorial organizada a partir das informações contidas nesta matéria e da fonte identificada.

O juiz da 55ª Zona Eleitoral de Cuiabá, Emerson Luis Pereira Cajango, determinou que o Ministério Público Eleitoral (MPE) investigue se o exsecretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto, tem utilizado a estrutura da secretaria de Educação do Estado para realização de propaganda política irregular. Alan Porto (Republicanos) é candidato a deputado estadual e na maior parte das duas gestões do ex-governador Mauro Mendes, foi secretário da Seduc – apesar de sua formação em engenharia civil.

Porto sofreu uma queixa pelo aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral, que permite a realização de denúncias por meio do celular, num app desenvolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que revelou que o ex-secretário “utilizou” servidoras públicas para propaganda política. Um vídeo de Alan Porto com servidoras da Escola Municipal Nossa Senhora das Garças, em Comodoro (640 km de Cuiabá), motivou a denúncia.

“Conforme termo de constatação, em diligência realizada em 31/08/2026, verificouse publicação em formato de vídeo na qual o noticiado aparece em frente à Escola Municipal Nossa Senhora das Graças, no Município de Comodoro/MT, acompanhado de funcionárias da unidade escolar. Consta, ainda, que o perfil identifica o noticiado como candidato a deputado estadual”, diz trecho do processo. Em decisão da última segunda-feira, o juiz encaminhou os autos ao MPE para investigação preliminar sobre as suspeitas.

“Determino o encaminhamento dos autos ao Ministério Público Eleitoral, para ciência e avaliação quanto à eventual adoção de medida autônoma que entender cabível, diante das circunstâncias registradas no termo de constatação, especialmente quanto à participação de funcionárias de unidade escolar pública em conteúdo de natureza eleitoral”, determinou o magistrado.

Só após uma eventual denúncia ser aceita pela Justiça Eleitoral o ex-secretário se tornará réu. O Pardal está disponível tanto para Android, no Google Play, quanto no Iphone, pelo APP Store, e é possível enviar áudios e textos denunciando candidatos.

Alan Porto não ficou conhecido por ter uma “relação fraterna” com servidores enquanto esteve na Seduc. Analistas políticos não creem em sucesso eleitoral do ex-secretário na chapa dos Republicanos, que é uma das mais disputadas.

Fonte: Nortao News

Esta notícia foi publicada originalmente por Nortao News. Consulte a publicação original para mais detalhes.

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