Para os primeiros nativos digitais, existem dois locais para se expressar: no conforto do seu quarto e online. O fotógrafo Niccolò Rastrelli decidiu descobrir como as identidades se comparam
Os rostos por trás dos feeds: a vida privada e as postagens públicas da Geração Z – em fotos
Para os primeiros nativos digitais, existem dois locais para se expressar: no conforto do seu quarto e online. O fotógrafo Niccolò Rastrelli decidiu descobrir como as identidades se comparam A mídia social chegou quando eu, um jovem...
Meus amigos e eu criamos contas no Facebook, Myspace e Twitter, além de sites menos lembrados, como o extinto Bebo. Não sabíamos o que estávamos fazendo; ninguém fez isso.
- Publicamos mensagens e fotos indiscretas em feeds públicos que não gostaríamos que nenhum futuro empregador – ou mesmo qualquer pessoa, aliás – visse.
- Então, gradualmente, nós, e também os nossos pais e os pais deles, aprendemos o que significa viver com esse fenómeno que muda o mundo a que chamamos redes sociais.
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A mídia social chegou quando eu, um jovem millennial, estava prestes a entrar na adolescência. Meus amigos e eu criamos contas no Facebook, Myspace e Twitter, além de sites menos lembrados, como o extinto Bebo. Não sabíamos o que estávamos fazendo; ninguém fez isso. Publicamos mensagens e fotos indiscretas em feeds públicos que não gostaríamos que nenhum futuro empregador – ou mesmo qualquer pessoa, aliás – visse. Então, gradualmente, nós, e também os nossos pais e os pais deles, aprendemos o que significa viver com esse fenómeno que muda o mundo a que chamamos redes sociais. Começamos a encontrar diferentes formas de adaptação, um processo que está em andamento.
Mas como é a experiência da geração Z, a primeira geração de “nativos digitais”, para quem a linguagem da internet é língua materna? Essa é a questão que levou o fotógrafo italiano Niccolò Rastrelli a embarcar no projeto IRL (sigla online, claro, para uma frase que denota a nossa existência offline: na vida real).