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Polícia prende João Munhoz, namorado da estudante Isabelle Caracristi

A Polícia Civil do Ceará (PCCE) informou que prendeu o bacharel em Direito João Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi. A universitária foi encontrada morta no último dia 13 de setembro, em um edifício residencial localizado no...

Polícia prende João Munhoz, namorado da estudante Isabelle Caracristi
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De acordo com o 'Diário do Nordeste', foi decretada a prisão preventiva de João Munhoz Neto por tentativa de obstrução de Justiça, já que o namorado de Isabelle deu ordem ao administrador do condomínio para que se a família da estudante fosse ao prédio, não os deixassem entrar. Além disso, o homem teria pedido que o zelador o ajudasse a encontrar o celular...

  • Além disso, o homem teria pedido que o zelador o ajudasse a encontrar o celular da jovem em lixeiras e partes comuns do prédio.
  • Vale destacar que João Munhoz Neto estava foragido desde o dia seguinte da tragédia, quando passou a ser procurado pela Polícia Civil.
  • Ele é investigado por "supressão, ocultação ou destruição de provas, especialmente em razão da notícia de desocupação do imóvel, retirada dos objetos e da dificuldade a localização dos...

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A Polícia Civil do Ceará (PCCE) informou que prendeu o bacharel em Direito João Munhoz Neto, namorado de Isabelle Caracristi. A universitária foi encontrada morta no último dia 13 de setembro, em um edifício residencial localizado no bairro Aldeota, em Fortaleza.

De acordo com o 'Diário do Nordeste', foi decretada a prisão preventiva de João Munhoz Neto por tentativa de obstrução de Justiça, já que o namorado de Isabelle deu ordem ao administrador do condomínio para que se a família da estudante fosse ao prédio, não os deixassem entrar. Além disso, o homem teria pedido que o zelador o ajudasse a encontrar o celular da jovem em lixeiras e partes comuns do prédio.

Vale destacar que João Munhoz Neto estava foragido desde o dia seguinte da tragédia, quando passou a ser procurado pela Polícia Civil. Ele é investigado por "supressão, ocultação ou destruição de provas, especialmente em razão da notícia de desocupação do imóvel, retirada dos objetos e da dificuldade a localização dos investigados", além de possível induzimento ao suicídio.

A defesa do bacharel em Direito disse que ele prestou depoimento no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) e entregou o celular aos investigadores.

As circunstâncias da morte de de Isabelle Caracristi seguem sob investigação.

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