O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, 25, que há um problema grave de distorção na aposentadoria de militares e que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, apresentou para o Congresso uma proposta de revisão dessas aposentadorias. "Eu convido que a gente se debruce sobre isso", emendou o ministro.
Durigan: Lula apresentou ao Congresso proposta de revisão da aposentadoria de militares
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, 25, que há um problema grave de distorção na aposentadoria de militares e que o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, apresentou para o Congresso uma proposta...
As declarações de Durigan foram feitas em participação em evento organizado pela revista Exame e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) em São Paulo, com coordenadores de campanha dos candidatos à Presidência da República. Ao comentar críticas feitas por outros coordenadores ao governo Lula, Durigan reiterou que o governo está fazendo uma revisão de gasto...
- "São R$ 200 bilhões, previsão de R$ 20 bilhões de arrecadação adicional, cortando o benefício tributário do País", disse.
- Também argumentou que, no agregado, entre 2024 e 2026, o arcabouço fiscal funcionou.
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As declarações de Durigan foram feitas em participação em evento organizado pela revista Exame e o Movimento Brasil Competitivo (MBC) em São Paulo, com coordenadores de campanha dos candidatos à Presidência da República.
Ao comentar críticas feitas por outros coordenadores ao governo Lula, Durigan reiterou que o governo está fazendo uma revisão de gasto tributário. "São R$ 200 bilhões, previsão de R$ 20 bilhões de arrecadação adicional, cortando o benefício tributário do País", disse.
Também argumentou que, no agregado, entre 2024 e 2026, o arcabouço fiscal funcionou.
O ministro abordou ainda a questão da dívida de Minas Gerais. Disse que recebeu um calote do Estado, mas que é preciso "rolar e abrir oportunidade".
Detalhou que Minas Gerais agora aderiu ao Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag) e, como contrapartida, para não pagar juros ao Governo Federal, o Estado deve investir em ensino médio profissionalizante.
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