Policia fechou fábrica clandestina de produtos da Wepink em Itaquaquecetuba Reprodução / Redes Sociais Wepink A Polícia Civil de São Paulo prendeu 13 pessoas em flagrante após uma operação contra a fabricação de cosméticos falsificados da marca da influencer Virgínia. Caso aconteceu nesta quarta-feira (2) em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Segundo a investigação, um imóvel era utilizado para fabricar, manipular, envasar, rotular, armazenar e preparar produtos falsificados da marca Wepink para comercialização. ? Clique para seguir o canal do g1 Mogi das Cruzes e Suzano no WhatsApp Em nota publicada nas redes sociais da marca, a Wepink informou que não consegue garantir a procedência, a autenticidade, as condições de produção em produtos adquiridos fora dos canais oficiais da marca (veja nota completa abaixo). No local, os policiais encontraram embalagens, recipientes, rótulos, etiquetas, equipamentos, máquinas, insumos e outros materiais que, segundo a polícia, eram utilizados na produção dos cosméticos. VEJA MAIS
Polícia prende 13 em operação contra cosméticos falsificados da marca da influencer Virgínia
Policia fechou fábrica clandestina de produtos da Wepink em Itaquaquecetuba Reprodução / Redes Sociais Wepink A Polícia Civil de São Paulo prendeu 13 pessoas em flagrante após uma operação contra a fabricação de...
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Policia fechou fábrica clandestina de produtos da Wepink em Itaquaquecetuba Reprodução / Redes Sociais Wepink A Polícia Civil de São Paulo prendeu 13 pessoas em flagrante após uma operação contra a fabricação de cosméticos falsificados da marca da influencer Virgínia. Caso aconteceu nesta quarta-feira (2) em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Segundo a...
Key points
- Policia fechou fábrica clandestina de produtos da Wepink em Itaquaquecetuba Reprodução / Redes Sociais Wepink A Polícia Civil de São Paulo prendeu 13 pessoas em flagrante após uma operação...
- Caso aconteceu nesta quarta-feira (2) em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo.
- Segundo a investigação, um imóvel era utilizado para fabricar, manipular, envasar, rotular, armazenar e preparar produtos falsificados da marca Wepink para comercialização.
Context
This story is part of the States coverage. The report is associated with Mogi das Cruzes e Suzano. The original reporting source identified by the page is G1. Publication date: September 3, 2026 at 08:17.
What to watch
The next relevant developments are those connected to the facts and consequences described above; this page may be updated if the source material changes.
Editorial reading aid based on the information contained in this story and its identified source.
De acordo com o registro policial, a estrutura encontrada apresentava características de uma unidade de produção, e não apenas de um local de armazenamento. Os materiais foram apreendidos e encaminhados para perícia, que deverá analisar a composição, autenticidade e procedência dos produtos e insumos. O caso foi registrado como falsificação de produtos terapeuticos ou medicinais e associação criminosa na delegacia de Santa Efigênia, em São Paulo. Investigação Estoque utilizado em fábrica de produtos falsificados da Wepink Reprodução / Redes Sociais Wepink A apuração começou após uma denúncia apresentada pela marca titular da Wepink, sobre a comercialização de produtos falsificados por meio de redes sociais e na região da Feira da Madrugada, em São Paulo. Segundo a Polícia Civil, abordagens, apreensões de mercadorias, monitoramentos e análise de transferências bancárias ajudaram os investigadores a identificar pessoas que estariam envolvidas no esquema. A investigação também apontou a existência de um suspeito que seria proprietário e coordenador de uma linha clandestina de produção, instalada em Itaquaquecetuba. Segundo o boletim de ocorrência, cinco dos 13 presos já haviam sido presos em flagrante em 10 de junho. Na ocasião, eles foram encontrados em outra fábrica clandestina de produtos falsificados da mesma marca. Segundo a Polícia Civil, posteriormente foram colocados em liberdade e, agora, voltaram a ser encontrados em uma situação relacionada à falsificação de cosméticos da Wepink. O que diz a Wepink A Wepink informou em suas redes sociais que a Polícia Civil de São Paulo prendeu, nesta quarta-feira (2), integrantes de uma quadrilha e desmantelou uma fábrica clandestina que produzia produtos falsificados da marca. Segundo a empresa, os falsificadores copiavam informações, dados de fabricantes, lotes e outros detalhes dos produtos para tentar fazer com que os consumidores acreditassem estar comprando itens originais. Aviso publicado nas redes sociais da Wepink Reprodução / Redes Sociais A Wepink reforçou o alerta para que os consumidores comprem produtos apenas pelos canais oficiais. A empresa afirmou que, em produtos adquiridos fora desses canais, não consegue garantir a procedência, a autenticidade, as condições de produção e armazenamento nem o conteúdo das embalagens. Os produtos originais da marca são vendidos pelo site oficial, pelo aplicativo Wepink, em quiosques e em lojas oficiais. Assista a mais notícias sobre o Alto Tietê
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