Cães comunitários foram encontrados mortos no campus da Unifap, sem causa aparente. Divulgação/Projeto Mi-au Um mês após denúncias de maus-tratos e mortes de animais na Universidade Federal do Amapá (Unifap), a Polícia Civil segue investigando o caso. Os responsáveis ainda não foram identificados. Os crimes aconteceram durante o recesso acadêmico. Professores, alunos e moradores próximos ao campus já foram ouvidos. As denúncias partiram de voluntários do Projeto Mi-au, que atua na proteção de cães e gatos comunitários da universidade. De acordo com o grupo, não houve novos casos de violência desde então. ? Baixe o app do g1 para vr notícias do AP em tempo real e de graça A polícia aponta como dificuldade a livre circulação de pessoas na universidade. A área dos crimes pode ter sido acessada por pessoas de fora da instituição. "Ocorreu num período ainda não-letivo, o que não dá pra excluir a participação de alguém de fora da comunidade acadêmica, né? É um local de passagem para o bairro Zerão, Universidade, algo que ainda está em apuração", disse Nixon Kenedy, delegado titular da 9ª Delegacia de Polícia Civil. O Campus Marco Zero, principal polo da Unifap, fica na Zona Sul e não possui câmeras de segurança, o que também dificulta as investigações. LEIA TAMBÉM: Polícia prende cinco suspeitos de tráfico de drogas em três bairros de Macapá Adolescente suspeito de matar rival e que ostentava arma na web, morre em confronto no AP Estudantes da Unifap fazem apelo após episódios de violência contra animais no campus. Divulgação/Projeto Mi-au Maus-tratos e mortes Durante o recesso, os animais ficam mais vulneráveis. Com menos alunos no campus, os agressores aproveitam para agir. Alunos relatam que os casos de violência se concentram nos blocos de Ciências Biológicas, Ambientais e Física, onde há mais animais. Em um dos episódios, a cabeça de uma gata desaparecida foi encontrada perto dos blocos por uma funcionária da limpeza. Outro gato foi achado morto sob as arquibancadas do ginásio, com a mandíbula quebrada e sinais de espancamento. Casos de envenenamento também preocupam. Um cão comunitário chamado “Marginal” morreu em frente ao prédio da Pró-Reitoria de Extensão e Ações Comunitárias (Proeac). A comunidade acadêmica pede instalação de câmeras, melhorias na iluminação e políticas públicas para proteger os animais no campus. A Lei nº 14.064/2020 prevê pena de 2 a 5 anos de reclusão, além de multa e proibição da guarda de animais, para quem comete crimes contra cães e gatos. g1 em 1 minuto: Polícia Civil investiga mortes e maus-tratos de animais na Unifap Veja o plantão de últimas notícias do g1 Amapá VÍDEOS com as notícias do Amapá:
Denúncias de maus-tratos de animais na Unifap completam um mês sem identificar responsáveis
Cães comunitários foram encontrados mortos no campus da Unifap, sem causa aparente. Divulgação/Projeto Mi-au Um mês após denúncias de maus-tratos e mortes de animais na Universidade Federal do Amapá (Unifap), a Polícia...
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Professores, alunos e moradores próximos ao campus já foram ouvidos. As denúncias partiram de voluntários do Projeto Mi-au, que atua na proteção de cães e gatos comunitários da universidade.
Key points
- De acordo com o grupo, não houve novos casos de violência desde então.
- Baixe o app do g1 para vr notícias do AP em tempo real e de graça A polícia aponta como dificuldade a livre circulação de pessoas na universidade.
Publication context
This story is part of the States coverage. The report is associated with Amapá. The source identified for the original reporting is G1. Published on September 4, 2026 at 05:00.
Editorial summary prepared by 365 Breaking News from the information attributed on this page to G1.
This editorial update is based on information published by G1. The source link is provided for transparency and verification.
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