Produzir mais carne bovina na mesma área é uma das estratégias utilizadas pela pecuária para aumentar a produtividade sem deixar de lado a preservação ambiental. Para o pecuarista de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) Arlindo Vilela, que trabalha no setor há 32 anos, a intensificação da atividade é uma das principais ferramentas para tornar a produção mais sustentável.
Pecuarista de MT aposta em intensificação para produzir até 24 vezes mais na mesma área e preservar
Produzir mais carne bovina na mesma área é uma das estratégias utilizadas pela pecuária para aumentar a produtividade sem deixar de lado a preservação ambiental. Para o pecuarista de Rondonópolis (212 km ao sul de...
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Produzir mais carne bovina na mesma área é uma das estratégias utilizadas pela pecuária para aumentar a produtividade sem deixar de lado a preservação ambiental. Para o pecuarista de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) Arlindo Vilela, que trabalha no setor há 32 anos, a intensificação da atividade é uma das principais ferramentas para tornar a produção...
Key points
- Produzir mais carne bovina na mesma área é uma das estratégias utilizadas pela pecuária para aumentar a produtividade sem deixar de lado a preservação ambiental.
- Para o pecuarista de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá) Arlindo Vilela, que trabalha no setor há 32 anos, a intensificação da atividade é uma das principais ferramentas para tornar a...
- “A média brasileira produz cinco arrobas por hectare.
Context
This story is part of the Cities coverage. The report is associated with Nortão do Mato Grosso. The original reporting source identified by the page is Nortao News. Publication date: September 4, 2026 at 08:09.
What to watch
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“A média brasileira produz cinco arrobas por hectare. A gente tem condição, já tem tecnologia disponível para produzir 120. E de uma forma muito mais sustentável com o meio todo, no social, no resultado financeiro, no ambiental e também no bem-estar animal”, afirma.
Na prática, a intensificação permite ampliar a quantidade de carne produzida por hectare a partir do uso de tecnologia, manejo e melhoria da eficiência da propriedade, sem que o crescimento da produção dependa da abertura de novas áreas.
Na propriedade, o pecuarista afirma que, além do cumprimento da legislação ambiental, uma das prioridades é a conservação do solo, considerado por ele a base para manter a produção no longo prazo. “Hoje a gente está preocupado com a vida do solo. Isso, para mim, é a base, o solo é o alicerce. Preocupar com a vida do solo é muito importante”.
A visão defendida pelo pecuarista é de que preservação e produção não precisam ocupar lados opostos. Pelo contrário, o avanço tecnológico permite elevar a quantidade e a qualidade da carne produzida sem que o resultado financeiro seja colocado acima dos demais aspectos da atividade.
“É produzir mais e melhor. E não é só produzir, não é só sair produzindo de uma forma pesada. Você está afetando o meio, você está afetando pessoas, você está afetando várias condições. Tem que dar resultado? Tem. Mas isso não pode ser acima de tudo”, ressalta o produtor.
“A tecnologia tem um papel fundamental para que o produtor consiga produzir mais e melhor dentro da mesma área. Quando aumentamos a produtividade por hectare, com manejo adequado, melhoria das pastagens, genética, nutrição e gestão, conseguimos tornar a atividade mais eficiente sem deixar de lado a sustentabilidade. Esse avanço permite conciliar produção, preservação ambiental e resultado econômico dentro da propriedade”, enfatiza o diretor de Projetos do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade.
This editorial update is based on information published by Nortao News. The source link is provided for transparency and verification.
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